Prestes a iniciar uma nova era de sua história com após a aprovação do projeto da SAF, o Fortaleza foi surpreendido por uma decisão inesperada de um dos principais dirigentes da gestão de Marcelo Paz como presidente do clube. Geraldo Luciano renunciou ao seu novo cargo na Sociedade e não deve seguir trabalhando no Leão em 2024. O novo CEO do Tricolor do Pici se pronunciou oficialmente sobre a situação.
“Pra gente foi uma surpresa, não esperávamos. É bem verdade que em outros momentos ele havia sinalizado deixar esse trabalho no Fortaleza, por questões pessoai. Foi o que ele (Geraldo Luciano) alegou neste pedido formal, questões pessoais que não cabe aqui avaliar. Ele estava na reunião do Conselho Deliberativo que aprovou o orçamento (de 2024). Nos falávamos diariamente, por isso a surpresa”, afirmou o CEO do Fortaleza.
O Fortaleza vem consolidando cada vez mais a sua imagem entre os protagonistas do futebol brasileiro. Nas últimas duas temporadas, o Leão alcançou inéditas classificações para a Libertadores, algo nunca visto antes na história do clube. O sucesso é consequência de uma gestão de alto nível desde que Marcelo Paz assumiu a presidência do Tricolor de Aço, passando pelo trabalho de nomes como os de Sérgio Papelin, Alex Santiago e do próprio Geraldo Luciano.
“Vamos aguardar se há reconsideração por parte dele. O Fortaleza segue seu ritmo da mesma maneira, trabalhando junto, com muita gente competente na gestão. O Geraldo é uma pessoa ímpar, querida por todos, e quem sabe possa estar com a gente em breve. É uma decisão dele e qualquer caminho que ele decidir a gente vai sempre respeitar”, concluiu Marcelo Paz.

A NOVA ERA DO FORTALEZA
O Leão compreende que a adoção da SAF como modelo vigente seria fundamental para ampliar ainda mais a competitividade do clube diante de seus rivais da elite do futebol nacional. Caso venha se concretizar, outros percentuais podem ser negociados no futuro, mas dependem dos resultados da primeira experiência.
No Fortaleza, a SAF será diferente dos projetos de Botafogo, Bahia, Vasco e Cruzeiro, que passaram a ter “donos”, ou sócios majoritários com oferta de orçamentos maiores ou quitação de dívidas. As decisões executivas e o controle serão mantidos dentro da instituição e tem como referência a gestão do Bayern de Munique-ALE, um dos principais clubes do mundo.

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