O Fortaleza empatou com o Corinthians em 1 a 1 pelo primeiro jogo das semifinais da Copa Sul-Americana e, portanto, tudo está em aberto para a decisão do confronto de 180 minutos reservada para a Arena Castelão. Apesar do futebol de alto nível apresentado pela equipe comandada pelo técnico Juan Pablo Vojvoda dentro das quatro linhas, o duelo acabou marcado por cenas lamentáveis protagonizadas por membros de organizadas do clube que estiveram presentes nas arquibancadas da Neo Química Arena.
Após o anúncio oficial do rompimento institucional do Fortaleza com a Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF) e Jovem Garra Tricolor (JGT), as duas maiores organizadas do Gigante do Pici, a situação pode ficar ainda mais delicada para o clube. De acordo com apuração do Diário do Nordeste, o Leão não apenas foi notificado pela CONMEBOL, como pode sofrer punições ou multas a serem determinadas posteriormente pela entidade através de audiência.
O Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) comunicou a suspensão da TUF e JGT por duas partidas do Fortaleza devido ao tumulto causado na partida de ida válida pela penúltima fase da Sul-Americana, em São Paulo. As torcidas estão proibidas de levarem faixas, bandeiras, mastros, instrumentos musicais ou qualquer outro tipo de objeto que caracterize as organizadas para a Arena Castelão nos jogos contra Grêmio e Corinthians. A suspensão tem o objetivo de punir os atos inconsequentes de “torcedores” que comparecem aos estádios para gerar conflitos nas partidas do Fortaleza.

FORTALEZA ROMPE COM TUF E JGT
Após as cenas lamentáveis que ocorreram entre a própria torcida do Fortaleza durante a disputa do primeiro jogo das semifinais da Copa Sul-Americana, nas arquibancadas da Neo Química Arena, um novo episódio de violência entre organizada foi registrado no Pici, sede oficial do clube. Diante da situação, o Fortaleza anunciou o rompimento de toda e qualquer relação com a TUF e a JGT.
Após o tumulto causado pelas entidades durante a partida contra o Corinthians, pela Sul-Americana, novas cenas de violência ocorreram na sede do clube após reunião entre membros da JGT e diretoria. A situação se tornou insustentável ao ponto da gestão atual do Tricolor não ter outra alternativa senão afastar a imagem do Leão de duas de suas principais asssociações de torcedores. A decisão foi coletiva e unânime entre a Diretoria Executiva, o Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Conselho de Ética.

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