Ceará e Fortaleza se unem em uma aliança nacional de clubes. Os clubes não querem o controle das competições nacionais, mas sim formas mais abertas para arrumar recursos para as equipes, sejam vindos do Brasil ou do exterior.
As reuniões acontecem de tempos em tempos, e os dirigentes participantes mantem uma especie de sigilo. Porém o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, falou sobre os objetivos dessa aliança.
“A gente vem conversando há bastante tempo, parece até que foi a primeira reunião, mas já teve umas cinco ou seis ou até mais. Não tem nada contra a CBF, não há a intenção de criar campeonatos, criar competição paralela, nada disso. A ideia é criar uma aliança brasileira de clubes para negociar direitos, principalmente nesse início, direitos de transmissão internacional, captar recursos e tem muito mais de oito times que estão participando nisso, é um grupo plural que envolve Série A, Série B e Série C”, explicou o dirigente.
Os clubes buscam uma unidade representativa que lutem pelos direitos das negociações dos mesmos, “seja questão de transmissão internacional, seja patrocínio, seja legislação esportiva, porque são áreas que não competem diretamente à CBF”, afirmou Marcelo Paz.
As reuniões começaram justamente pela dificuldade que a CBF têm em vender os direitos do Campeonato Brasileiro para outros países.
“Se a CBF tivesse esse dinheiro já na mão (direito internacional) os clubes não estariam fazendo outra entidade, é mais por uma questão de agilizar esse processo. Se a CBF trouxer o negócio, ótimo, o que os clubes querem é ampliar sua capacidade de receita através de um produto que já existe, que é o futebol brasileiro, que é a Série A do futebol brasileiro, que o mundo quer ver isso, mas a gente ainda não conseguiu monetizar”, finalizou Paz.
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