Sou Fortaleza
Foto: Giovanni Rodrigues/FEC.

Pedro Martins abre o jogo sobre dívida do Fortaleza com o Palmeiras por Gustavo Mancha: “Acho normal”

CEO do Fortaleza, Pedro Martins se pronunciou oficialmente sobre a suposta dívida milionária do clube com o Palmeiras, envolvendo o zagueiro Gustavo Mancha. Em entrevista concedida ao Jornal O POVO, o dirigente confirmou a situação e revelou detalhes inéditos sobre o processo.

Pedro Martins confirma dívida do Fortaleza com o Palmeiras

Fortaleza Pedro Martins
Foto: Cesar Greco/SEP.

Isso ainda está na CNRD, agora tem os processos normais da Câmara, para que você apresente sua defesa… Isso acontece quando os clubes não conseguem encontrar um acordo de pagamento. Não é que não houve diálogo com Palmeiras. Houve o diálogo, só que não chegou a um acordo, e o Palmeiras tem total direito de entrar na CNRD e a gente resolver esse assunto lá dentro“, declarou Pedro Martins.

De acordo com informações do Globo Esporte, o Palmeiras reivindica o pagamento de 225 mil euros, cerca de R$ 1,4 milhão na cotação atual, valor correspondente a uma parcela da transferência do zagueiro Gustavo Mancha ao Olympiacos-GRE. O clube paulista era dono de 30% dos direitos econômicos do defensor, e o montante deveria ter sido quitado pelo Fortaleza até novembro de 2025.

Tem mais alguns assuntos que a gente precisa resolver, alguns que ainda não se tornaram CNRD, que a gente está em negociação de acordo. Infelizmente, o clube passa por esse cenário, que a gente precisa, em algumas situações, ainda sentar para tentar resolver. Caso não seja possível resolver clube para clube, acho normal eles entrarem na CNRD para resolver lá dentro“, completou Pedro Martins.

Gustavo Mancha era considerado um dos principais destaques do Fortaleza em 2025. Na última temporada, a primeira no futebol profissional, o zagueiro disputou 26 jogos e “cravou” o seu nome entre os titulares do Leão com atuações de alto nível. Antes de se transferir para o Olympiacos, o contrato do jovem defensor com o Tricolor do Pici era válido até 2027.